O R
io das Ostras Jazz e Blues desse ano foi marcado pela presença de grandes nomes do blues, entre eles, Larry McCray. A Casa do Jazz foi outro sucesso durante o festival, cantores e instrumentistas com propostas originais, de diversas regiões do país, foram convidados a tocar na Casa do Jazz e mostraram que o legado do rock'n'roll está em boas mãos.
Larry McCray é um dos principais intérpretes de Blues do novo século. Seus primeiros dois álbuns, "Ambition" (de1990) e "Delta Hurricane" (de 1993), trouxeram uma nova perspectiva para o blues. Seus pesados riffs de guitarra blues-rock, acompanhando a voz potente de soulman, chamaram a atenção da crítica desde o primeiro disco. Nascido em 1960 em Magnolia, Arkansas, o guitarrista impressiona não só por ter uma pegada blues-rock possante, mas por ser um vocalista emotivo e talentoso. Larry começou acompanhando grandes mestres do blues como Albert Collins, Lazy Laster e James Cotton. Hoje percorre o mundo na figura de Band Leader, mostrando sua música que ajuda a definir o estilo do Detroit Blues.
Da Casa do Jazz, o Estúdio Móvel conversou com músico Luciano Alves. Jazz e poesia. O casamento destas duas formas de arte é a maior bandeira do conjunto musical liderado por esse cantos gaúcho. Durante o festival apresentou o repertório do seu segundo disco, “A Terra Treme” em fase de produção. Luciano Alves é músico e compositor radicado em Porto Alegre, gravou seu primeiro disco, intitulado “Caminhando”. Em suas canções Luciano coloca em diálogo o violão, o banjo, o bandolin, o ukelele, a harmônica, a guitarra, o piano, o baixo, a bateria e a percussão com a “brasilidade” da viola caipira e da acordeona. Com uma forte identidade musical e influências como Bob Dylan, Neil Young, The Beatles, Raul Seixas, Luís Gonzaga e Belchior entre outros, o artista resgata em suas canções um cuidado com a palavra e sua função artístico e social, mergulhando na literatura e na arte do cancioneiro brasileiro.
Do Blues para artes plásticas! Lápis e papel na mão e tantos rabiscos quanto ideias na cabeça. Sua infância foi assim, como a de qualquer criança que se utiliza da arte para se posicionar no mundo. O interessante na arte dele é que ela prolonga, estica a inquietação e a irreverência da infância, de uma maneira tão crítica e direta que nos incomoda a ponto de nos obrigar a repensar valores. Este é o diferencial deste quadrinista, artista plástico, enfim, um criador que começou imprimindo sua arte nos muros do subúrbio carioca e hoje tem trânsito nas principais galerias do Brasil e do mundo, Carlos Contente.
Apresentação: Liliane Reis
Direção: Alê Montoro
Produção Executiva: Carlos Colla, Leonardo Sousa, Luca Bastolla, Mirian Magami, Poliana Guimarães, Vida Oliveira
Produção: Kamyla Abreu e Joana Martins
Roteiro: Fernando Mozart, Délcio Teobaldo
Estagiária: Herval Peixoto
Edição: Isabelle Valente, Jeovan Barbosa, Carlos Damião, Rodrigo Morais, Carolina Rodrigues, Marco Machado
Clique aqui para saber como sintonizar a programação da TV Brasil.