O acidente com o avião da Voepass em Vinhedo, no interior de São Paulo, no qual 62 pessoas morreram em agosto do ano passado, e a queda da aeronave em Gramado, na Serra Gaúcha, que matou 10 pessoas em dezembro, foram dois dos acidentes aéreos de maior repercussão em 2024. Esses casos tornaram o ano o mais letal da aviação nacional em uma década.
Foram 153 mortes no ano passado, superando as 104 registradas em 2016. O número de acidentes aéreos também foi o maior desde 2015, com 175 ocorrências, três a mais do que no primeiro ano da série histórica.
Para o tenente-coronel reformado da Aeronáutica, Luiz Bhrer, há vários fatores que podem justificar um pico de acidentes, entre eles, o aumento no número de frota e voos operados.
As investigações de acidentes aéreos ficam sob responsabilidade do Cenipa, órgão vinculado à Força Aérea Brasileira. A exploração dos fatores que contribuíram para uma ocorrência pode ajudar a mudar as regras da aviação e melhorar as condições de segurança dos voos.
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