No Oriente Médio, Israel disse que o corpo devolvido pelo Hamas ontem não é de Shiri Bibas, a mãe da família sequestrada nos ataques de 7 de outubro.
Após análises de DNA em um centro forense de Tel Aviv, as Forças de Defesa de Israel afirmaram que o corpo entregue pelo Hamas não é de Shiri e também não corresponde a nenhum dos reféns israelenses. Nesta manhã, o Hamas admitiu que os restos mortais foram trocados na Faixa de Gaza e disse que vai investigar. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o grupo palestino de ter cometido uma violação cruel da trégua em Gaza e disse que Israel atuará com determinação para trazer Shiri Bibas de volta ao país.
Shiri era a mãe de Ariel, de 4 anos, e de Kfir, de 9 meses. Os corpos das crianças foram devolvidos ontem, assim como o de Oded Lifschitz, um ativista pela paz de 83 anos, também sequestrado nos ataques de 7 de outubro.
O Hamas diz que um ataque aéreo israelense matou Shiri e os meninos em 2023, cerca de um mês após o sequestro. Israel nunca confirmou a acusação.
Hoje, o grupo palestino divulgou os nomes dos seis reféns que disse que libertará amanhã. Como contrapartida, Israel deve libertar 600 prisioneiros palestinos, segundo o Hamas.
Cisjordânia
Em outra frente do conflito, Netanyahu determinou que as Forças de Defesa de Israel realizem uma operação intensa na Cisjordânia. A decisão foi anunciada ontem, horas após a explosão de ônibus nos arredores de Tel Aviv. Segundo a imprensa israelense, os ônibus, que estavam vazios, foram detonados simultaneamente. Ninguém se feriu.
A polícia israelense afirmou que as explosões parecem se tratar de um atentado terrorista, mas nenhum grupo reivindicou ainda o ataque.
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