No Rio de Janeiro, a Polícia Civil investiga o caso de Kathelen, uma mulher que tem em mãos os exames de pré-natal indicando que estava grávida de gêmeos, mas após o parto recebeu nos braços apenas um bebê. O parto aconteceu no Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, no bairro de Bangu, na zona oeste da cidade.
Os documentos do pré-natal mostram a existência de dois fetos, com dois batimentos cardíacos. Além disso, a gestante compareceu a dez consultas na clínica da família e garante que, a todo tempo, a gravidez foi considerada como gemelar.
Como a bolsa estourou um dia antes do previsto, Kathelen foi sozinha para o hospital e para a sala de cirurgia. Em nota, a direção do Hospital da Mulher Mariska Ribeiro informou que, durante a cesariana, a equipe médica verificou que não se tratava de uma gestação gemelar e que havia apenas uma placenta.
Após o nascimento do bebê, a equipe obstétrica teria feito também uma investigação e constatado que não havia sinal ou vestígio de outros fetos presentes. Ainda segundo a direção, a paciente havia recebido durante as consultas no hospital a orientação de que dois batimentos podem corresponder aos sons do mesmo feto. A prima de Kathleen rebate a versão do hospital, reafirmando que nos exames sempre eram mencionados dois fetos.
O secretário municipal de saúde, Daniel Sorães, garantiu que a gestação não era gemelar e que a confusão se deu no primeiro ultrassom com o saco gestacional. A 34ª Delegacia de Polícia de Bangu está investigando o caso.
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