Devido ao aumento da renda, cerca de um milhão de famílias no Brasil deixaram de receber o Bolsa Família neste mês, segundo o governo federal. Mais da metade desse contingente – 500 mil famílias – deixaram de receber o benefício após dois anos na regra de proteção. Essa regra vale quando o beneficiário passa a receber de R$ 218 até meio salário mínimo por pessoa, quando o Bolsa Família é reduzido à metade. É uma medida para dar estabilidade econômica ao beneficiário.
Já 380 mil famílias passaram a receber mais de meio salário mínimo por pessoa e saíram do programa sem precisar passar pela regra de proteção. No ano passado, do total de vagas de empregos formais criadas, 98% foram ocupadas por pessoas inscritas no CadÚnico e 75 % por beneficiários do Bolsa Família.
Os antigos beneficiários do programa, caso voltem à situação de pobreza, podem recorrer à política de retorno garantido, que é aplicada quando a família ficou na regra de proteção ou solicitou o desligamento voluntário do Bolsa Família. Essas pessoas têm prioridade para voltar a receber o benefício.
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