Com a fome na Faixa de Gaza, o governo israelense anunciou a abertura de novos corredores de ajuda humanitária e uma interrupção nas operações militares por dez horas por dia, em partes da região. A atividade militar será interrompida diariamente das 7h às 17h. Os militares disseram que rotas seguras, designadas para comboios que entregam alimentos e remédios, também entraram em funcionamento no domingo (27/7).
A Jordânia e os Emirados Árabes Unidos lançaram 25 toneladas de ajuda por paraquedas. O Egito também mandou toneladas de ajuda por terra em dezenas de caminhões, pelo segundo dia seguido. Israel cortou a ajuda à Gaza desde o início de março para pressionar o grupo Hamas a entregar dezenas de reféns que ainda mantêm, e reabriu a distribuição de ajuda com novas restrições em maio.
O governo de Benjamin Netanyahu enfrenta crescentes críticas internacionais sobre a crise humanitária no conflito, onde dezenas de moradores, principalmente crianças, morreram de desnutrição nas últimas semanas, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza. Ele diz que tem permitido a entrada de ajuda e tentado evitar que ela seja desviada por militantes do Hamas, a quem culpa pelo sofrimento do povo palestino.
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