A Polícia Federal fez uma operação contra uma quadrilha acusada de atuar, há mais de dez anos, cometendo fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os agentes cumpriram oito mandados de busca e apreensão, em quatro cidades do Rio de Janeiro, além da capital.
O grupo foi monitorado por seis meses. Durante esse período, a polícia identificou os principais integrantes e a dinâmica operacional da organização. Estima-se que o dano causado aos cofres públicos ultrapasse os R$ 30 milhões.
Um dos principais investigados, chamado pelo grupo de "professor" e "rei do benefício", era o responsável por ensinar os demais membros da organização a como praticar as fraudes.
Segundo as investigações, o grupo realizava tantos requerimentos por dia, que nem conseguia abrir contas bancárias vinculadas aos benefícios. Na operação foram apreendidos R$ 74 mil em espécie, três veículos, joias, celulares e computadores.
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