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Escravidão contemporânea: ONU avalia enfrentamento no Brasil

Repórter Brasil Tarde

No AR em 29/08/2025 - 12:45

O relator especial das Nações Unidas sobre formas contemporâneas de escravidão concedeu hoje, no Rio, uma entrevista coletiva para falar dos resultados de sua missão de 10 dias no Brasil. O objetivo era examinar se o país tem conseguido enfrentar as situações análogas à escravidão, como o tráfico de pessoas e o trabalho infantil.

As formas contemporâneas de escravidão, segundo a ONU, incluem trabalho forçado, servidão doméstica, formas servis de casamento e escravidão sexual. Em todo o mundo, cerca de 50 milhões de pessoas estão em situação análoga à escravidão atualmente.

Hoje não há um mercado oficial e legal de venda de escravos como na época colonial. As pessoas são aliciadas, muitas vezes com propostas encantadoras, e acabam se tornando vítimas, incapazes de sair de forma voluntária e segura da situação imposta.

Desde 1995, quando o país reconheceu oficialmente a existência de formas contemporâneas de escravidão, o Brasil já conseguiu resgatar mais de 65,5 mil homens e mulheres do trabalho escravo.

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Criado em 29/08/2025 - 15:35

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