Os Estados Unidos começaram a implementar a exigência de até US$ 15 mil, o equivalente a R$ 82 mil, para alguns vistos de turismo e negócios. A medida foi chamada de “protegendo o povo americano contra invasões”. Nesta terça-feira (5), Zâmbia e Malawi entraram para a lista dos países que vão pagar a taxa, que pode ser devolvida caso o turista volte para o país de origem no tempo previsto.
O programa deve entrar em vigor em 15 dias, com a finalidade de reprimir visitantes que ultrapassam o prazo de validade de seus vistos. É um programa piloto. A fase de testes vai durar um ano e vai atingir pedidos de vistos do tipo B-1, destinado a atividades de negócios temporárias, como participar de conferências e reuniões, e B-2, para tratamento médico, viagens de turismo e lazer.
Até o momento, o Departamento de Estado colocou apenas dois países na lista de garantia de visto: Zâmbia e Malawi.
Sob a retórica de proteger e fortalecer o povo dos Estados Unidos, Donald Trump aumentou as deportações de imigrantes, inclusive os que estavam legalmente no país. Trump também exigiu que estudantes mantenham as redes sociais abertas ou públicas ao tentarem obter vistos para os Estados Unidos.
Mais recentemente, na tentativa de incentivar a deportação voluntária de imigrantes, a embaixada fez uma campanha em alusão ao filme "ET" que dizia que "até o ET sabia a hora de voltar". A campanha oferecia uma ajuda de custo para o imigrante voltar ao país de origem.
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