O açaí é um dos itens que não está na lista de exceções ao tarifaço. O fruto será taxado em 50%. No Pará, que lidera a produção e exportação do açaí no país, a preocupação é com os impactos nas indústrias e nos postos de trabalho.
De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), até 300 mil trabalhadores, de ribeirinhos a funcionários de agroindústrias, quilombolas, extrativistas e pequenos produtores, poderão ser afetados com o aumento do preço do produto no mercado internacional.
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