O Amazonas deve ter papel de destaque na COP30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que acontece em novembro, em Belém, no Pará. Mesmo sem ser a sede principal, o estado tem promovido eventos paralelos para discutir soluções voltadas à preservação da floresta e à bioeconomia.
A expectativa em torno da COP30 é grande em todo o Amazonas, especialmente em Manau, já que o estado deve apresentar projetos estratégicos e participar ativamente das discussões sobre o futuro da Amazônia. Em setembro, o governador do estado, Wilson Lima, anunciou os principais projetos que o Amazonas levará para a conferência, como a criação de fundos internacionais para financiar ações sustentáveis e o Plano de Bioeconomia do estado, que deve ficar pronto até novembro.
O governo também já confirmou participação na Zona Azul, espaço destinado às delegações oficiais, com encontros agendados com organismos internacionais, como o Banco Mundial, o BID e governos de países europeus.
Nos últimos anos, o estado tem mantido 97% da cobertura vegetal preservada e investido em cadeias produtivas sustentáveis, como castanha, óleos, pesca e turismo de base comunitária. A ideia é mostrar ao mundo que é possível conciliar desenvolvimento econômico e conservação ambiental, com o objetivo de alcançar o desmatamento líquido zero até 2030.
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