A Defensoria Pública do Rio de Janeiro acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar realizar perícias adicionais nos corpos das pessoas mortas na operação da última terça-feira (21).
O trabalho no Instituto Médico Legal (IML) conta com a participação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, mas a Polícia Civil não autorizou a Defensoria Pública a fazer uma perícia independente. O órgão protocolou nessa quinta (30), no STF um pedido para que pudesse ter acesso a todo esse processo com base na ADPF das Favelas - em que o STF determinou medidas para reduzir a letalidade em operações policiais no Rio de Janeiro.
Em nota, a Polícia Civil afirmou que cumpre as determinações da ADPF das Favelas. Segundo a polícia, o Ministério Público, que é considerado independente, acompanha as perícias, e essa é a rotina técnica dentro do ambiente controlado do Instituto Médico Legal.
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