O Ministério Público do Rio de Janeiro enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um relatório parcial da investigação sobre as mortes de 121 pessoas na operação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha no mês passado.
O documento aponta duas mortes consideradas atípicas. Peritos da Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia do MP-RJ acompanharam as necropsias dos corpos das vítimas da operação, a mais letal da história do país. O Ministério Público identificou lesões que destoavam das observadas nos demais cadáveres. Em um dos casos, havia marcas características de disparo de arma de fogo a curta distância, o que pode indicar execução. O segundo corpo apresentava decapitação provocada por instrumento cortante. Segundo o relatório, os demais corpos tinham ferimentos compatíveis com confrontos armados.
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