A memória de um povo que pulsa no ritmo dos tambores, nas danças e na fé que atravessam gerações. Em São Luís, o afroturismo tem se firmado como uma ponte entre passado e presente, um convite para reconhecer com orgulho a força da cultura negra que moldou o Maranhão.
Para impulsionar esse cenário, a Secretaria de Turismo do Maranhão tem realizado reuniões de promoção do afroturismo. “A gente está num estado que tem o maior número de comunidades quilombolas registradas, né, então aproveitar da etnicidade, aproveitar da cultura afro para um perfil turístico é algo extremamente importante, né, que dá para essas comunidades uma visibilidade maior” explica Samya Campos, coordenador do Comitê de Promoção do Afroturismo.
Um dos locais que integram uma rota do afroturismo é a Cafuá das Mercês, no Centro Histórico de São Luís. O espaço abriga o Museu do Negro, onde o visitante tem contato com objetos que revelam as marcas da escravidão e da resistência no Brasil.
Na Casa do Tambor de Crioula, o destaque é a tradição. No Maranhão, a ancestralidade não é apenas passado, é presente e viva nas ruas, nos terreiros e na cultura.
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