A Justiça da Infância e Juventude de Florianópolis deu prazo de 24 horas para as empresas que controlam as redes sociais removerem todo e qualquer conteúdo que dissemine informações falsas sobre os adolescentes que agrediram o cão Orelha. A Polícia Civil abriu investigação para identificar os autores das postagens.
Em outra frente, mais dois casos envolvendo violência contra cães foram registrados esta semana no Rio Grande do Sul e no Paraná. Na cidade gaúcha de Campo Bom, um agente da Brigada Militar deu um tiro em um cachorro durante uma abordagem a pessoas que estavam na rua.
Conhecido como Negão, o cão aparece de repente e o policial atira com uma arma não letal. Os agentes não prestaram socorro e foi preciso pedir ajuda a uma vereadora e militante da causa animal. Em nota, a Brigada Militar afirmou que o cão mordeu uma policial e que por isso foi necessário atirar.
O caso do Paraná aconteceu na cidade de Toledo, no oeste do estado, e foi fatal para o cachorro conhecido como Abacate. A polícia tenta identificar o atirador.
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