No Amazonas, o problema é a seca, mesmo em um período que normalmente é marcado pela cheia dos rios. No Alto e Médio Solimões a falta de chuvas já reduziu o nível da água e compromete a navegação e afeta a rotina de quem depende do transporte fluvial.
A situação já impacta diretamente o Porto da cidade. Isso porque navios não conseguem mais atracar e precisam parar mais distantes da margem, onde há profundidade suficiente. Quem depende do transporte fluvial também é impactado porque precisa percorrer um caminho maior para embarcar ou descarregar mercadorias em uma área que normalmente estaria totalmente coberta pela água.
No médio Solimões, em Coari, a realidade é parecida, a área do cai já apresenta trechos secos e a movimentação de barcos passa a ser feita com maior dificuldade. Esse cenário também já começa a se refletir também na capital amazonense, em Manaus, no Rio Negro. Isso porque nessa época o rio costuma apresentar subidas de até 10 cm em média e hoje a elevação é de apenas 1 cm. A expectativa é que nos próximos dias, com o aumento das chuvas, esses impactos possam ser mitigados.
Quem tem as informações é o repórter João Paulo Oliveira, da TV Encontro das Águas, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública.
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