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Polícia Federal retoma depoimentos no caso do Banco Master

Repórter Brasil Tarde

No AR em 27/01/2026 - 12:45

A Polícia Federal retomou nessa segunda-feira (26/1) a coleta de depoimentos sobre o caso do Banco Master. Estavam previstos os depoimentos de Rogério César Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB, Luís Antonio Bull, diretor de Compliance RH e tecnologia do Banco Master; Angelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master; e Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco. O controlador do Master, Daniel Vorcaro, não será ouvido nesta fase da investigação. Ele prestou o depoimento à PF em 30 de dezembro e participou de uma acareação com o ex-presidente do BRB. Paulo Henrique Costa, também não deve ser ouvido novamente por enquanto. 

A investigação apura suspeitas de irregularidades na venda de carteiras de crédito do Master para o BRB, com possíveis crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, uso de informação privilegiada, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.

Dos quatro depoimentos previstos, apenas dois foram realizados. O primeiro a ser ouvido pela Polícia Federal na sede do STF foi Dario Oswaldo Garcia, diretor de Finanças e Controladoria do Banco de Brasília, que é investigado pela tentativa de compra do Banco Master. Ele respondeu a todas as perguntas. O conteúdo das falas, no entanto, não foi divulgado, já que o processo segue em sigilo. 

Em seguida, a PF interrogou Alberto Félix de Oliveira, que era superintendente executivo de Tesouraria do Banco Master.  Suspeito de cometer crimes contra o sistema financeiro, ele optou por ficar calado.

Por sua vez, os depoimentos dos empresários ligados ao Master, André Felipe de Oliveira Seixas Maia e Henrique Souza e Silva Peretto devem ser remarcados a pedido das defesas, por falta de tempo para analisar o processo. 

A investigação tramita no Supremo Tribunal Federal porque um dos suspeitos, que seria deputado federal tem prerrogativa de furo. Mas o relator, ministro Dias Toffoli, vem sofrendo críticas por vários motivos, como ter designado por conta própria os peritos que podem ter acesso ao material apreendido. No entanto, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, negou a existência de conflitos institucionais e disse que as investigações seguem normalmente. 
 

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Criado em 27/01/2026 - 14:40

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