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MP pede prisão de argentina acusada de racismo contra garçom no RJ

Repórter Brasil Tarde

No AR em 03/02/2026 - 12:45

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) pediu a prisão da advogada argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra um garçom. Ela está usando tornozeleira eletrônica há cerca de duas semanas.

O Ministério Público pede a prisão da advogada alegando risco de fuga. O caso aconteceu no dia 14 do mês passado em um bar de Ipanema.

A advogada argentina chamou um dos funcionários de negro de maneira ofensiva. Assim que deixou o bar, ela gesticulou como se fosse um macaco e usou a palavra 'mono', que é um termo racista na língua espanhola. 

Agostina Páez está com tornozeleira eletrônica desde o dia 21 de janeiro e teve o passaporte apreendido por decisão judicial. Agostina nega as acusações, mas com base em vídeo de câmeras de segurança, o Ministério Público sustenta que a intenção da argentina foi humilhar os trabalhadores do bar. 

Segundo o MP, mesmo depois de ser alertada que a conduta era crime no Brasil, a turista repetiu os gestos. Para a polícia, há indícios suficientes da prática dos crimes, já que as expressões utilizadas extrapolam qualquer contexto de discussão ou desentendimento.
 

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Criado em 03/02/2026 - 15:30

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