Estima-se que, pelo menos, 13 milhões de pessoas tenham doenças raras no país. O Sistema Único de Saúde vai contar com uma tecnologia para agilizar e deixar mais preciso o diagnóstico dessas doenças.
A nova plataforma de sequenciamento completo de DNA que vai ser ofertada no SUS deve atender até 20 mil demandas de todo o Brasil por ano. A estimativa é que haja redução do tempo de espera de um diagnóstico de 7 anos para 6 meses. Quem for atendido em um serviço de referência ou for identificado dentro de um serviço de referência de triagem neonatal poderá ser encaminhado para os polos de sequenciamento.
Hoje, 11 unidades da federação contam com serviços ativados e a expansão para todas as unidades está prevista até abril. O investimento inicial é de R$ 26 milhões para o primeiro ano. A habilitação de novos serviços para tratamento de doenças raras foi assinada ontem pelo ministro da saúde, Alexandre Padilha.
Outro anúncio foi o tratamento com uma terapia gênica inovadora para crianças com atrofia muscular espinhal, doença que, se não for tratada em tempo hábil, pode levar à morte. Segundo a pasta, as crianças que receberam essa terapia têm a interrupção da progressão da doença.
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