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CPI do crime organizado ouve ex-presidente da Reag Investimentos

Repórter Brasil Tarde

No AR em 11/03/2026 - 12:45

A CPI do Crime Organizado ouviu, na manhã desta quarta-feira (11/3), o ex-presidente do conselho de administração da Reag Investimentos, João Carlos Mansur. Ele é citado nas investigações que também envolvem o Banco Master.

Inicialmente, a defesa de Mansur informou que ele não responderia às perguntas. Ele obteve um habeas corpus concedido pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que lhe garantia o direito de permanecer em silêncio. No entanto, após questionamentos dos senadores, Mansur decidiu falar sobre a atuação da Reag Investimentos.

Ele afirmou que a Reag atuava no atendimento a famílias e empresas e que possuía cerca de 700 fundos de investimento, atendendo aproximadamente 350 grupos empresariais. Segundo Mansur, o Banco Master não era sócio da empresa, mas apenas cliente. Também declarou que a Reag não era uma empresa de fachada, que não havia investidores ocultos e que a companhia passava por auditorias constantes.

Os senadores questionaram a opinião de Mansur sobre a liquidação do Banco Master, mas ele decidiu não responder. O empresário foi convocado para explicar o crescimento dos ativos sob gestão da Reag, que passaram de R$ 25 bilhões para R$ 341 bilhões em cinco anos.

A Reag Investimentos também foi citada nas operações Compliance Zero e Carbono Oculto, que investigaram a infiltração do crime organizado no sistema financeiro. Mansur também não respondeu sobre a atuação da empresa na aquisição de precatórios em um escritório de advocacia ligado ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

 

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Criado em 11/03/2026 - 14:50

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