A Polícia Civil do Rio de Janeiro acredita que os homens que estupraram uma adolescente de 17 anos em Copacabana usaram o mesmo modus operandi para atrair outras duas vítimas. Até o momento, três acusados se entregaram.
As investigações do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, levaram a pelo menos duas novas vítimas. Uma das denúncias é de uma adolescente, hoje com 17 anos, mas que na época tinha 14. Eles teriam a ameaçado dizendo que tinham gravado imagens da violência. Ela conhecia um dos agressores, que era colega de escola. O crime teria acontecido na casa de Mateus Veríssimo Zoel Martins. Outra vítima teria sido estuprada por Vittor Hugo Oliveira Simonim.
Vittor Hugo Oliveira Simonim, de 18 anos, se entregou à polícia. Ele é filho do agora ex-subsecretário de Governança da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Governo do Estado do Rio, José Carlos Simonim, que foi exonerado do cargo nessa terça-feira (3). Outros dois foragidos já haviam se apresentado: Mateus Veríssimo Zoel Martins, de 19 anos, e João Gabriel Xavier Bertou, de 19 anos, foram levados para o presídio no início da noite. Bruno Felipe dos Santos Alegrete segue foragido. Os quatro foram indiciados pelos crimes de estupro coletivo qualificado e cárcere privado, e o adolescente responderá por atos infracionais análogos aos mesmos crimes. O processo corre em sigilo.
O caso aconteceu no dia 31 de janeiro. A adolescente foi convidada por um colega de escola, um adolescente de 17 anos com quem ela já tinha tido um relacionamento, para ir à casa de um amigo. Outros quatro agressores estavam lá e a obrigaram a manter relações sexuais com eles.
A equipe do Repórter Brasil Tarde entrou em contato com as defesas dos acusados, mas não obteve retorno de nenhum deles até o momento.
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