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Morte de médica no RJ: PMs usavam câmeras com baterias descarregadas

Repórter Brasil Tarde

No AR em 18/03/2026 - 12:45

Uma informação sobre a morte da médica Andréa Marins Dias, que foi baleada após uma perseguição policial no último domingo (15) na zona norte do Rio de Janeiro:

As baterias das câmeras corporais dos PMs, que poderiam esclarecer a sequência dos fatos, estavam descarregadas e provavelmente não gravaram a ação dos agentes. 

A Polícia Militar informou que análises preliminares dos setores técnicos da corporação indicam que as baterias das câmeras corporais usadas pela equipe que atirou na médica estavam descarregadas.

A norma determina que os policiais deveriam ter voltado à unidade de origem para substituir os equipamentos ao perceberem qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras. Os PMs seguem afastados dos serviços nas ruas.

Nessa terça-feira (17), a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio cobrou esclarecimentos do comandante-geral e do corregedor-geral da Polícia Militar do Estado do Rio sobre a ação que resultou na morte da médica.

Foi questionado se o protocolo de abordagem policial foi devidamente observado e qual a justificativa técnica para que eles tenham disparado antes de identificar a ocupante do veículo. O ofício ainda pediu esclarecimentos sobre possível histórico dos policiais em ocorrências semelhantes.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, o número de perseguições policiais que terminam em tiroteios já é o maior em 10 anos. Até o momento são 22 casos com 16 pessoas baleadas nas abordagens, segundo dados do Instituto Fogo Cruzado. Em relação ao ano passado, foi observado um aumento de 340%. 

 

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Criado em 18/03/2026 - 15:30

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