Governos de vários países começam a adotar medidas para enfrentar a escassez de petróleo por causa do fechamento do Estreito de Ormuz. O canal conecta os maiores produtores do Golfo Pérsico, como Arábia, Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico. O Irã bloqueou a navegação há seis dias. Atualmente, cerca de 200 navios-tanque aguardam autorização para cruzar o canal.
Nesta quinta-feira (5), as Forças Armadas Revolucionárias do Irã disseram que o estreito está fechado apenas a navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de outros aliados ocidentais. Mesmo assim, vários países começaram a pôr em prática planos para enfrentar a escassez de petróleo e gás.
A China ordenou que os principais refinadores suspendam todas as exportações de gasolina e diesel. No Japão, as refinarias pediram ao governo a liberação de petróleo das reservas nacionais. A Rússia, que sofre sanções dos Estados Unidos em suas exportações, disse que está de olho na abertura de mercados mais promissores do que a Europa. Seria já uma resposta à Comissão Europeia, que apresentará, em abril, uma proposta para proibir permanentemente as importações de petróleo russo.
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