A Polícia Civil de São Paulo fez, na segunda-feira (3), a reconstituição da morte da policial militar Gisele Alves Santana, morta com um tiro na cabeça no apartamento em que morava, na região central da capital paulista, há duas semanas.
O caso foi registrado como suicídio, mas foi alterado como morte suspeita depois que a família da PM apontou que ela vivia um relacionamento abusivo com o marido, também policial militar. Ele alega que Gisele tirou a própria vida.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o PM está afastado das funções a pedido e o caso corre em segredo de justiça.
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