O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu indulto a 23 ativistas antiaborto. Alguns dos perdoados haviam sido condenados por bloquear uma clínica de saúde reprodutiva e intimidar funcionários e pacientes. Os perdões estavam entre uma série de novas ordens executivas assinadas por Trump nesta quinta-feira (23). Neste sábado, ocorrerá em Washington a ‘Marcha pela Vida’, evento anual antiaborto no qual o presidente deve discursar por videoconferência.
Invasão ao Capitólio
Nesta sexta-feira (24), um juiz federal proibiu outro grupo perdoado por Trump de entrar na capital americana sem autorização judicial: Stewart Rhodes e outros integrantes do "Oath Keepers", organização de extrema-direita. Eles cumpriam penas de prisão por participação no ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 e foram flagrados, esta semana, nas proximidades do local.
Imigração
A cidade de Newark, em Nova Jersey, foi uma das várias áreas alvo de operações de agentes imigratórios. Desde terça-feira (21), cerca de 500 estrangeiros investigados por crimes foram presos em todo o país. Hoje, o prefeito de Newark afirmou que os agentes desrespeitaram direitos civis e que três americanos foram presos por engano. Em resposta, a agência de imigração reconheceu que erros podem ter sido cometidos.
A porta-voz da Casa Branca informou que dois aviões militares transportaram hoje, para a Guatemala, 80 imigrantes. Esta foi a primeira vez que aeronaves militares foram utilizadas em ações de deportação.
Emergências
Em visita à Carolina do Norte, atingida pelo furacão Helena no ano passado, Donald Trump declarou que vai assinar uma ordem executiva em breve para reformar ou extinguir a Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla em inglês). Durante a campanha, Trump acusou a FEMA de utilizar recursos do fundo de desastres para assistir imigrantes. No entanto, o governo Biden negou essa informação.
Sigilo
Nesta quinta-feira, a Casa Branca anunciou a retirada do sigilo de todos os documentos referentes às investigações dos assassinatos do presidente John Kennedy, do senador Robert Kennedy e do ativista Martin Luther King Jr. No primeiro mandato, Trump havia prometido a liberação desses documentos. Apesar de alguns arquivos sobre a morte de JFK terem sido divulgados, Trump acabou cedendo a pressões da CIA e do FBI, que alegaram questões de segurança nacional.
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