Em meio às investigações sobre a queda da ponte no rio Tocantins, em dezembro do ano passado, o DNIT afastou preventivamente três servidores. No acidente, pelo menos 14 pessoas morreram, mas ainda há desaparecidos.
Foram afastados três servidores que ocupavam cargos de chefia e coordenação na Superintendência Regional do DNIT, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, em Tocantins.
Segundo portaria publicada no Diário Oficial da União, esse afastamento é preventivo, com prazo de 60 dias, e os srvidores continuarão recebendo os salários.
A ponte Juscelino Kubitschek, na divisa entre Tocantins e Maranhão, caiu no último dia 22 de dezembro. Poucos dias depois, no dia 26, o DNIT instaurou uma sindicância para apurar responsabilidades na queda da estrutura.
O Ministério dos Transportes anunciou a contratação de uma obra no valor de R$ 171 milhões para reconstruir a ponte. A expectativa é que essa obra seja concluída ainda este ano. Até o momento, os corpos de 14 vítimas foram resgatados, mas ainda há desaparecidos.
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