Em Belo Horizonte, a expectativa este ano é que o carnaval movimente cerca de R$ 1 bilhão na economia local. O comércio de fantasias espera um aumento natural nas vendas.
André Jacomini transformou um espaço de sua casa em ateliê de artes. Os croquis estão ali, além da matéria-prima para criar arcos com flores feitas de E.V.A., material plástico flexível e elástico. Com o apoio de uma misteira elétrica e cola quente, ela modela adereços que fazem sucesso entre os clientes. Este ano, entregou 120 produtos e não aceita mais encomendas para este carnaval.
O arquiteto André faz do artesanato uma fonte extra de renda. “É uma fonte de renda superlegal, ou então um complemento, né? Eu faço todos os arcos em horários em que não estou trabalhando, então acaba que também dá esse movimento nesses outros horários. E é muito interessante ter nessas redes de contatos todas que são estabelecidas, tanto nas redes sociais quanto com meus amigos, em alguns grupos e outras comunidades", conta André.
Uma pesquisa da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) indica que os foliões estão dispostos a gastar R$ 170 em fantasias para o Carnaval, com grande oferta de modelos e adereços customizados.
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