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Farmácia Popular reduz gastos das famílias com saúde

Repórter Brasil

No AR em 10/03/2025 - 19:00

As pessoas beneficiadas pelo programa Farmácia Popular estão com um pouquinho mais de dinheiro no fim do mês. Desde fevereiro, elas não precisam mais pagar por nenhum dos itens que compõem a lista de remédios e artigos de higiene. Um desses itens é a fralda geriátrica, que pesa no bolso de quem precisa comprar com frequência.

Roseli é mãe da Rebeca, que, por questões de saúde, faz uso de fraldas desde pequena. A família comemora porque as fraldas, que antes precisavam ser compradas, agora podem ser acessadas pelo programa Farmácia Popular.

O acesso gratuito a fraldas geriátricas para pessoas com 60 anos ou mais, acamados e cadeirantes é uma das recentes ampliações do programa, que oferece medicamentos e artigos de higiene para milhões de famílias. Os remédios cobrem o tratamento de doenças como asma, diabetes, hipertensão, osteoporose, Parkinson e glaucoma. Agora, o acesso às fraldas geriátricas pode trazer a essas famílias uma economia de cerca de R$300 por mês.

Neste ano, o programa aumentou para 41 itens a lista de fármacos e artigos de saúde que podem ser obtidos gratuitamente. Antes, os beneficiários pagavam uma coparticipação.

Para ter acesso ao programa, basta ir a uma das farmácias credenciadas com documento oficial com foto e CPF, além da receita médica dentro do prazo de validade e procuração, nos casos específicos. Para receber fraldas geriátricas, é preciso apresentar laudo ou atestado médico que indique essa necessidade, com o código CID, da Classificação Internacional de Doenças.

Segundo o Ministério da Saúde, no ano passado, o programa chegou ao recorde em número de beneficiados: 24 milhões de pessoas em todo o país. Estava presente em 4.812 municípios, ou seja, em 86% das cidades brasileiras, numa rede de 31 mil farmácias credenciadas.

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revelou que o programa Farmácia Popular evitou, entre 2004 e 2016, em média, 150 mil internações por doenças crônicas. Em 2016, mais de 19 mil óbitos foram evitados, e o SUS economizou R$ 233 milhões com hospitalizações.

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Criado em 10/03/2025 - 20:20

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