Mais de dois milhões de imóveis brasileiros estão em áreas com risco de inundações. Apesar disso, segundo o IBGE, a adaptação das cidades aos eventos climáticos extremos ainda não é uma prioridade no planejamento urbano.
Agora no Rio Grande do Sul, essa realidade vem sendo mudada. Veja na reportagem.
Maio de 2024. Chuvas torrenciais cobrem parte do Rio Grande do Sul e atingem quase 90% do Estado. Quase um ano depois, cientistas e pesquisadores de universidades federais do Estado se juntaram para entender as necessidades dos municípios e propor meios de enfrentar as mudanças do clima. E uma das apostas é a tecnologia.
Um modelo de inundação realizado pela Universidade Federal de Rio Grande que permite que se tenha noção de onde a água, na da Lagoa dos Patos, uma região específica aqui do Rio Grande do Sul, pode subir e se consegue identificar que regiões da cidade vão ficar impossíveis de ser acessadas, qual tipo de veículo que é necessário para acessar essas regiões, em que momento e quais são as condições que se dão a possibilidade de evacuar ou não uma região.
Soluções como essa estão na publicação sobre resiliência e sustentabilidade, divulgada hoje numa parceria entre a Secretaria Extraordinária de Reconstrução do Rio Grande do Sul e a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. A ideia é levar o projeto também para outras regiões do país.
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