Você já imaginou conseguir retirar o lixo jogado em um rio com bolhas de ar? Um método inovador está sendo usado por voluntários no Chile.
O principal rio de Santiago, que atravessa a capital chilena, tem se tornado um depósito de lixo. E limpar o resíduo flutuante é uma missão. O diretor da Fundação Mapocho Vivo, Joaquín Moure, conta que o projeto quer abordar a falta de limpeza e a retenção de todos esses plásticos que, se não forem removidos, acabarão em outros espaços naturais do rio ou diretamente no mar.
Para resolver o problema, os voluntários lidam com a força da água e instalam mangueiras especiais no fundo do rio, que espalham pequenas bolhas de ar. Quando essas bolhas sobem à superfície, elas criam uma barreira para plásticos e resíduos leves. Todo esse lixo é empurrado pelas bolhas para a margem do rio Mapocho. Os voluntários fazem o resto: em mutirões, retiram o que nunca deveria ter ido parar na água.
O método inovador, já usado em outros países, melhora o ecossistema do rio sem prejudicar a vida selvagem. Para a voluntária Alejandra Yurjevic, é preciso cuidar do entorno da comunidade e convidar as pessoas a participarem disso.
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