Hoje, dia 1º de julho, é celebrado o Dia Internacional do Reggae. O gênero tem raízes culturais na Jamaica, mas faz muito sucesso no Brasil. No Maranhão, São Luís se destaca como a capital que enalteceu o reggae como um símbolo cultural. A reportagem da TV UFMA, Universidade Federal do Maranhão, mais uma emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública.
No estado em que o reggae é essência cultural, no movimento dos corpos há também um movimento de uma resistência. Na Jamaica brasileira, o reggae é parte da história.
A música, a dança, o modo próprio de se vestir vão sendo transmitidos de geração em geração. O grupo GDAM, há quase quatro décadas, faz do reggae uma bandeira de luta, arte e consciência social.
O bloco e o roteiro do reggae, a banda Divino Roots e o projeto Chama para Dançar são ações que deixam o som da Jamaica cada vez mais forte no Maranhão.
Lá também é o lugar onde surgiu a Tribo de Jah, a banda que faz sucesso no Brasil e no exterior e tem parte da trajetória sendo contada no primeiro museu de Reggae do Brasil, que fica no centro histórico de São Luís. Uma guitarra da Tribo, LPs e um acervo que conta também com Bob Marley, Gregory Isaacs, Jimmy Cliff e muita representatividade.
Na Jamaica brasileira, o reggae é a lei. Quem vai conhecer São Luís sai com o ritmo no coração e com a lembrança de um jeito único de dançar, lentinho, agarradinho e com toda a leveza do reggae do Maranhão.
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