Os venezuelanos formam o maior grupo de estrangeiros no Brasil, com mais de 270 mil pessoas. E o acesso ao mercado de trabalho tem melhorado entre este grupo.
Mas isso não acontece de forma uniforme entre homens e mulheres, como aponta uma pesquisa da Agência da ONU para Refugiados. A Acnur relata que para as mulheres é mais difícil se inserir no mercado de trabalho.
A coordenadora do projeto Guaramo Solidário, Damelis Castillo, explica que ainda existem barreiras para a inserção das mulheres venezuelanas.
Oraima Lozada, funcionária de supermercado e formada em seu país, relata que mesmo com qualificação, encontrou dificuldades para atuar em sua área de forma imediata.
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