Durante o segundo dia da visita ao México, o vice-presidente Geraldo Alckmin assinou dois memorandos na área da saúde. O primeiro prevê cooperação entre Brasil e México no desenvolvimento e produção de vacinas e terapias com tecnologia de RNA mensageiro - método que ensina o corpo a se defender sem expô-lo ao vírus.
Segundo o governo brasileiro, a parceria é estratégica para garantir autossuficiência da região em futuras emergências sanitárias.
O segundo acordo vai modernizar os processos de regulação e ampliar o acesso a tecnologias de saúde entre os dois países, abrangendo medicamentos, cosméticos, alimentos e bebidas.
"Tenho convicção que México e Brasil serão os motores do desenvolvimento da américa latina e do caribe, defendendo multilateralismo, a paz, o livre comércio, o combate a desigualdade, o fortalecimento da democracia."
Na véspera, Brasil e México já haviam firmado acordos na área de energias renováveis, com destaque para a produção de biocombustíveis, a expansão do etanol e projetos de captura de carbono. O objetivo é fortalecer a transição energética e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
Também foram assinadas parcerias em agropecuária, para incentivar a produção sustentável e a cooperação técnica entre produtores. No campo econômico, os países acertaram iniciativas voltadas ao comércio e à atração de investimentos, com foco na integração das cadeias produtivas e no aumento da competitividade regional.
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