Pesquisadores da Fiocruz Minas Gerais e de universidades parceiras estudam uma nova molécula que pode ajudar no tratamento da leishmaniose. O novo composto é 170 vezes mais potente que os medicamentos tradicionais e a estimativa é que o tratamento esteja disponível nos próximos dez anos.
A leishmaniose faz parte do grupo das chamadas "negligenciadas", que atingem populações de baixa renda e têm investimentos reduzidos para pesquisas.
No Brasil, a maior incidência é nos estados do Norte e Nordeste. Em 2024, foram aproximadamente 4.500 casos de leishmaniose tegumentar, que afeta a pele e as mucosas, e 400 casos de leishmaniose visceral, a forma mais grave da doença, que afeta o fígado, o baço e a medula óssea. Foram 44 mortes.
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