Enquanto o Supremo Tribunal Federal julga a trama golpista, no Congresso, a Câmara dos Deputados confirmou que vai fazer sessões remotas nesta semana. Mas o julgamento do Supremo repercutiu no Congresso Nacional.
Após uma reunião com o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), os líderes partidários decidiram pautar apenas projetos mais consensuais. Por isso, tanto a anistia aos condenados pela tentativa de golpe de Estado como a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil não devem ser analisadas esta semana.
Sobre o julgamento do STF, a oposição no Senado convocou coletiva logo após o voto do ministro Alexandre de Moraes. O senador Flávio Bolsonaro disse que vai oficiar o Supremo com acusações de supostas fraudes para pedir a suspensão do julgamento. Já o deputado Sóstenes Cavalcante, que é do PL, comemorou o indicativo de divergência feito pelo ministro Luiz Fux, que vota amanhã. A esperança também é de um pedido de vista.
Mais cedo, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, classificou o voto do ministro Moraes como histórico. Lindbergh escreveu que o voto mostrou que Jair Bolsonaro foi o líder de uma organização criminosa para um projeto sistemático de ruptura, envolvendo fake news, aparelhamento do Estado e planos de assassinato.
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