Depois da pressão arterial, agora é a vez dos limites máximos de colesterol recomendáveis ficarem ainda mais baixos. A Sociedade Brasileira de Cardiologia estabeleceu novas metas para o chamado colesterol ruim, conhecido como LDL. Quanto maiores os fatores de risco – como a presença de diabetes, hipertensão e até doença renal – menor o limite.
Para pessoas com baixo risco, o nível de controle passou de 130 para 115. E uma nova categoria foi incluída para pacientes que apresentam risco extremo. Neste caso, eles devem manter níveis inferiores a 40.
As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no país. São cerca de 400 mil óbitos por ano. E o colesterol alto é o principal fator de risco. A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda exames periódicos, além de hábitos de vida mais saudáveis e medicamentos, quando for necessário.
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