Os números da violência têm impactado direta e negativamente o atendimento de saúde no Rio de Janeiro, principalmente de quem mora na zona norte e na zona oeste da cidade. É o que mostra um levantamento da Secretaria Municipal de Saúde. Só de janeiro a julho deste ano, foi preciso suspender o atendimento em 516 unidades por causa da violência.
Entre os motivos estão tiroteios e operações na região onde estão localizadas essas UPAs, hospitais e clínicas da família. Em média, 38 unidades foram impactadas por mês, o que dá mais de uma por dia. Só este ano, a Prefeitura do Rio já gastou mais de R$ 215 mil para consertar ou repor equipamentos atingidos por tiros.
E, no meio desse fogo cruzado, ficam os profissionais e os pacientes, que têm que lidar com mais este problema, além daqueles problemas naturais de saúde do dia a dia em uma cidade como o Rio de Janeiro.
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