Há exatos 50 anos, o jornalista Vladimir Herzog foi preso, torturado e morto nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo. O então diretor de jornalismo da TV Cultura tornou-se símbolo das lutas pelo fim da ditadura militar e pela redemocratização do Brasil.
A data é lembrada em um ato que acontece agora na Catedral da Sé, no centro de São Paulo. A igreja ficou lotada com pessoas de todas as idades. Muitos dos presentes, que eram de diversas religiões, chegaram a se acumular nos corredores, diante do alto comparecimento.
Jornalistas se concentraram no sindicato da categoria, também no centro da cidade, antes de vir para cá caminhando com panfletos e cartazes, relembrando Vladimir Herzog.
Justamente há 50 anos, seis dias após a morte de Vladimir Herzog, nessa mesma catedral foi feito um ato ecumênico histórico, que reuniu milhares de pessoas, enfrentando a ditadura militar.
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