O Rio de Janeiro sedia, até a próxima quarta-feira (5), o Fórum de Líderes Locais da COP30. São mais de 300 prefeitos e especialistas internacionais debatendo soluções para a crise climática.
Uma babel de línguas e problemas comuns. Durante três dias, o Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro reúne pessoas em discussões prévias à Conferência das Nações Unidas para o Clima, a COP30, que será realizada em Belém.
O Fórum de Líderes Locais da COP30 reúne mais de duas mil pessoas de dezenas de países, todos tentando encontrar soluções para problemas comuns ao planeta, como falta d'água, a questão dos alimentos, emprego e energias limpas, problemas que afetam a todos, mas principalmente os mais pobres.
Prefeitos de metrópoles globais, como Londres, Paris e Nova Iorque, se juntam a prefeitos de outras cidades menores em vários continentes. O prefeito da pequena Wrightsville, no Arkansas, Estados Unidos, de apenas dois mil habitantes, diz que um de seus principais problemas é o desequilíbrio social. Já a prefeita de Quinta Normal, na região metropolitana de Santiago do Chile, destacou que os problemas de sua cidade se parecem com o de outras na América Latina. Segundo ela, são os pobres que mais sofrem com as mudanças climáticas. Para o prefeito de Helsinque, capital da Finlândia, os problemas globais requerem a união de todos, mas os países ricos podem ajudar os países pobres a encontrarem soluções, principalmente relativas ao meio ambiente.
Enquanto os líderes debatem propostas para serem levadas à COP30, o presidente Lula assinou um decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas em operações de Garantia da Lei e da Ordem, GLO, em Belém, entre os dias 2 e 23 de novembro.
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