De hoje (16) a sexta-feira (19), Brasília recebe a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa. O encontro reúne governo e sociedade civil para discutir e definir políticas públicas voltadas ao envelhecimento no Brasil.
Atualmente, 15% da população brasileira tem mais de 60 anos, número que vai crescer rapidamente, mas de forma desigual, refletindo desigualdades históricas do país. A 6ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa discute como as políticas públicas podem considerar as múltiplas velhices e enfrentar o idadismo ou etarismo, a discriminação por idade que limita a participação social e o exercício da cidadania.
O debate está organizado em cinco eixos: financiamento das políticas públicas; proteção à vida, à saúde e ao cuidado integral; enfrentamento à violência e ao abandono; participação social e protagonismo; e fortalecimento dos conselhos de direitos da pessoa idosa.
Até sexta-feira, cerca de 2.600 pessoas participam do encontro, em Brasília. As propostas foram debatidas previamente nos municípios e estados, e a conferência volta ao formato presencial após nove anos.
O objetivo é construir uma agenda nacional para os próximos anos, com foco na diversidade, incluindo idosos indígenas, negros, quilombolas, com deficiência, ribeirinhos, periféricos e LGBTQIA+.
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