Há seis anos, nove jovens morreram durante uma operação da Polícia Militar em um baile funk em uma das maiores favelas de São Paulo. O episódio ficou conhecido como o “Massacre de Paraisópolis”. O caso segue sem uma conclusão da justiça. Para marcar a data, foi lançado, no Museu da Língua Portuguesa, o relatório "Baile Funk, Operações Policiais e a Segregação Militarizada".
Os jovens foram mortos no dia 1º de dezembro de 2019. A festa “17” reuniu cinco mil pessoas naquela noite. Segundo as testemunhas, eles não foram pisoteados, conforme apresentou a Polícia Militar, mas morreram por asfixia.
O relatório tem 370 páginas e vai ser enviado para a Defensoria Pública. Este é o segundo documento. O primeiro mostrou "como" esses jovens morreram. Agora, o relatório dois é o "porquê".
Mães disseram esperar que os 12 policiais militares indiciados vão a júri popular.
O evento de hoje terá três mesas para discussão. A primeira, o massacre no baile "17", Paraisópolis; a mesa dois vai falar sobre a memória e a luta; e a mesa 3 sobre o território e o funk.
Clique aqui para saber como sintonizar a programação da TV Brasil.