Começou hoje (1º) e vai até sexta-feira (5), em Brasília, o chamado “Teste da Urna”, que é aquela prova pública da segurança dos sistemas eleitorais, feita pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. Além de uma demonstração da segurança das urnas, o teste serve como aprimoramento para as eleições do ano que vem.
Até sexta-feira, a urna eletrônica vai passar por dezenas de testes para ver se os investigadores encontram alguma vulnerabilidade, algum problema. O teste público de segurança é aberto à sociedade civil, para organizações e especialistas que trabalham na área de segurança da informação, como ONGs e universidades, além dos partidos políticos.
Para testar o sistema eleitoral, foi preciso apresentar um plano de testes. Ao todo, 151 propostas foram apresentadas, um recorde de inscrições. A comissão reguladora do TSE aprovou 38 planos.
"Não são as urnas só que são verificadas. São todos os testes que integram o sistema eleitoral, posto na urna para quê? O eleitor ou a eleitora saiba que o que foi posto por ele na urna será apurado, o que for apurado será totalizado, o que for totalizado será proclamado como resultado, para garantia da absoluta confiabilidade do sistema eleitoral no Brasil, que é hoje matriz para o mundo, que é modelo para o mundo”, destacou a ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE.
Se alguém encontrar algum ponto que pode ser melhorado na urna, será convocado para realizar os testes novamente. Em junho do ano que vem, serão publicados os relatórios com os resultados das investigações e os avanços na segurança do sistema eletrônico de votação.
"Para que a gente tenha uma eleição no ano que vem mais uma vez segura, tranquila, transparente e, acima de tudo, para sossego eleitoral da eleitora e do eleitor brasileiro, ele poder confiar em que o voto é ele com ele mesmo e o que ele resolver colocar na urna”, enfatizou Cármen Lúcia.
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