Os ataques de abelhas estão crescendo em todo o país. As abelhas africanizadas, que surgiram do cruzamento de espécies europeias com as africanas, respondem pela maioria dos acidentes no Brasil. Uma ferroada pode ser fatal para alérgicos. Em ataques múltiplos, até quem não é alérgico corre risco. O país ainda não tem soro específico para tratamento. Em três anos, as ocorrências quase dobraram. Passaram de 18 mil, em 2021, para 34 mil, em 2024. Só no ano passado, 117 pessoas morreram.
Em Brasília, por exemplo, o crescimento de ataques chegou a 263% nos últimos dois anos. Com o desmatamento e a seca, os enxames se aproximam das áreas urbanas e ficam mais sensíveis.
A orientação para evitar acidentes é, ao ver uma abelha, manter a distância, não cutucar o inseto e não usar fumaça. Ao encontrar um enxame, afaste-se e isole a área. Em caso de ataque, é interessante que a pessoa procure se abrigar em um local que ela possa fechar portas e janelas, como um carro ou um quarto. E proteger o rosto, olhos, boca, nariz e orelha, que são as regiões mais sensíveis.
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