Roupas que informam pelo toque, pelo som e pela tecnologia. Pesquisadores do Maranhão estão desenvolvendo etiquetas acessíveis para pessoas com deficiência visual usando braille, texturas e QR Codes com audiodescrição.
A iniciativa quer ampliar a autonomia e a inclusão, além da cidadania, no setor da moda. A reportagem é da TV UFMA, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública.
A pesquisa nasceu da falta de acessibilidade sensorial na indústria da moda. E para mudar essa realidade, pesquisadores do Instituto Federal do Maranhão transformam etiquetas tradicionais em ferramentas de informação usando braille, texturas e QR Codes com audiodescrição.
Todas as etapas são testadas junto a usuários com deficiência visual, garantindo que os protótipos respondam às necessidades reais de usabilidade, conforto e funcionalidade.
Na Fábrica de Inovação de Design, o toque ganha um novo significado. Etiquetas especiais estão sendo criadas para que pessoas com deficiência visual possam identificar suas próprias roupas com mais autonomia.
Todo o trabalho também conta com a participação de jovens bolsistas de iniciação científica do IFMA. Lá, ganham experiência prática, aprendem a pesquisar e ajudam a impulsionar a produção de conhecimento.
A expectativa é que as etiquetas tenham potencial para se tornar padrão em peças de vestuário, garantindo mais independência, expressão estética e participação social para pessoas com deficiência visual.
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