A partir do dia 26 de maio, passam a valer as novas regras da NR-1, norma que estabelece como enfrentar os riscos à saúde no trabalho. Uma das principais novidades é a inclusão das questões de saúde mental, que estão entre as principais causas de adoecimento dos trabalhadores.
Cícero Souza, trabalha com compras. A função às vezes é estressante, mas, quando ele precisa relaxar, recorre a uma massagem rápida no próprio local de trabalho. Ele conta que um dos principais benefícios é o regime de trabalho híbrido.
A empresa onde Cícero trabalha, em São Paulo, adota diferentes estratégias para a saúde mental e qualidade de vida dos funcionários.
Com o novo texto da NR-1, os fatores psicossociais entram na lista de responsabilidades das empresas, que terão de adotar medidas para evitar situações como sobrecarga ou baixa demanda no trabalho, assédio moral ou sexual, falta de apoio no trabalho, baixo reconhecimento, entre outras.
Um dos objetivos da mudança é reduzir o número de afastamentos do trabalho. De acordo com o Ministério da Previdência Social, em 2025, dos mais de 4 milhões de afastamentos em todo o país, 546 mil foram relacionados à saúde mental, um número recorde, alta de 15% em relação ao ano anterior. Depressão e ansiedade foram as principais causas.
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