Estão valendo em todo o Brasil as novas regras para os chamados ciclomotores. Cada estado e cada município é responsável por determinar onde esses veículos podem circular e como é feita a fiscalização. Em São Paulo, o Detran começou esse trabalho no dia 1º de janeiro.
Evitar os gastos com combustível e se deslocar com facilidade. Essas são as razões que trouxeram a família de Alessandro Alves Ferreira para uma loja de veículos elétricos de duas rodas.
À primeira vista, os veículos vendidos na empresa podem ser parecidos, mas há duas categorias diferentes. Os autopropelidos são elétricos, têm velocidade de até 32 km/h, podem andar em ciclovias e não precisam de autorização para pilotar. E há os ciclomotores, mais potentes, que podem chegar aos 50 km/h. Possuem motor a combustão de até 50 cilindradas ou motor elétrico de até 4 quilowatts. Esses precisam ser emplacados, necessitam de uma autorização específica para pilotar ou carteira de habilitação. Quem pilotar sem habilitação pode ser multado.
Até o final do ano passado, estavam registrados no Brasil quase 600 mil veículos ciclomotores. Apesar de facilitarem os deslocamentos e terem preços atrativos, é preciso ter cautela ao optar pelos autopropelidos ou ciclomotores. Assim como bicicletas e motos, essas alternativas têm se mostrado perigosas.
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