Em Minas Gerais, as equipes de resgate estão desde cedo nas ruas de Juiz de Fora, de Ubá e de Matias Barbosa. A reportagem é da Rede Minas.
Felipe Souza foi ajudar as amigas a limpar o estabelecimento comercial onde trabalha. No dia anterior, ele presenciou o momento em que a água subia.
Mais cedo, o vice-governador Mateus Simões e o coordenador estadual de Defesa Civil, Coronel Paulo Rezende, sobrevoaram Juiz de Fora para avaliar os estragos. A prefeita do município assinou o decreto de calamidade pública ainda na madrugada.
Em Ubá, que fica a aproximadamente 100 km de Juiz de Fora, muita destruição e ruas alagadas no centro da cidade. Carros são arrastados pela enxurrada, e o alívio para o desespero vem com o resgate do Corpo de Bombeiros. Um dos vídeos mais impressionantes mostra a força da destruição.
Em Matias Barbosa, cidade com pouco mais de 14 mil habitantes, imagens de um drone mostram a maior parte das ruas debaixo d'água após o transbordamento do Rio Paraibuna. Vários deslizamentos de terra também foram registrados. Duas escolas municipais estão servindo de apoio para receber desalojados.
Assim como Juiz de Fora e Ubá, a cidade da Zona da Mata decretou estado de calamidade pública. Não houve registro de mortos na cidade.
Pelo menos 555 homens e mulheres das forças de segurança estadual trabalham na região da Zona da Mata.
“As pessoas que estão em áreas de encosta precisam sair imediatamente das suas casas. É um pedido que eu estou fazendo pela vida das pessoas, dos seus filhos, dos idosos. Nós não temos condição de garantir quando a chuva vai ser interrompida. Nós estamos com um terreno muito úmido neste momento. O risco geológico é muito grave em toda a região. Então, eu preciso que as famílias que estão em área de encosta saiam das áreas de encosta”, pediu o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões.
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