O estado do Ceará entrou no mapa da indústria de games. Um hub conecta criatividade, tecnologia e talento local. A reportagem é da TV Ceará, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública.
Aqui, o jogo ainda não está pronto, e é exatamente esse o objetivo. No Hub de Games do Ceará, desenvolvedores testam, ajustam personagens, corrigem bugs e transformam conceito em experiência jogável. São laboratórios, salas de criação e muita troca entre quem vive de inventar mundos.
Entre os projetos que ganham vida aqui está o jogo do Emerson Gomes, um game de mistério e suspense ambientado em um museu onde cada sala esconde uma história. A inspiração vem do Museu de Paleontologia de Santana do Cariri.
Primeiro, a ideia sai do papel. Depois, vem a fase de desenvolvimento e testes. Na sequência, o aperfeiçoamento técnico. Mais adiante, a preparação para o mercado. E no último nível, a apresentação dos jogos para o público e para investidores. Tudo conectado, sem pular de fase, hein?
Super Nintendo. Tem também PlayStation 1, PlayStation 2, o 3, o 4, tem o 5 e tantos outros. Esses são apenas alguns dos consoles mais famosos do mundo, e, claro, os programadores criam jogos para eles. Mas não só para eles: tem um mercado independente bilionário. E é nesse mercado que os programadores cearenses estão de olho, criando novos jogos para novas plataformas e movimentando a economia.
O resultado é um ecossistema que se move: gente que já desenvolve, gente que está começando e jogos sendo construídos diante dos nossos olhos. E sabe o melhor? Os interessados e conhecedores da nobre arte de desenvolver jogos podem fazer parte do hub e ainda receber uma bolsa.
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