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Mulheres são maioria nas urnas, mas falta de representatividade segue

Repórter Brasil

No AR em 25/02/2026 - 19:00

2026 é um ano de eleições, tempo não só de refletir sobre os políticos no poder, mas também sobre o poder do voto. Quando se fala nisso, Aline Aleixo tem o maior orgulho de ir às urnas! Ela lembra como se fosse hoje o entusiasmo para o primeiro voto da vida. Votar é uma questão de honra para ela! E ainda mais quando se trata de fortalecer outras mulheres na carreira política. 

O voto para as mulheres é, sim, um motivo de celebração. Esse direito só foi garantido aqui no Brasil em 24 de fevereiro de 1932, com a promulgação do primeiro Código Eleitoral do país. A norma passou a assegurar que cidadãos maiores de 21 anos pudessem votar “sem distinção de sexo”. 

Além de poder votar, a mulher também passou a ter o direito de ser votada. A conquista foi resultado de uma mobilização histórica das mulheres brasileiras. Antes da legislação nacional, o Rio Grande do Norte já havia autorizado o voto feminino em 1927.

Em 1933, o país elegeu a primeira deputada federal, Carlota Pereira de Queirós. Nas Assembleias Legislativas, foram eleitas Maria Thereza Nogueira de Azevedo e Maria Thereza Silveira de Barros Camargo em 1934. Hoje, 94 anos depois, as mulheres representam a maioria do eleitorado brasileiro. São 82.341.547 eleitoras, o que corresponde a 52,66% dos 156.371.242 eleitores do país. Os partidos hoje também são obrigados a lançarem um mínimo de candidaturas femininas de 30%. Mas, nas eleições de 2022, apenas 91 mulheres ocuparam a bancada da Câmara dos Deputados, de um total de 513. 

O desafio segue sendo ampliar a presença feminina nos espaços de decisão política.

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Criado em 25/02/2026 - 20:20

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