Uma parceria do governo federal junto à prefeitura do Rio de Janeiro e à Caixa Econômica oferece abrigo, alimentação e apoio socioeconômico para os catadores de material reciclável. Esses trabalhadores informais, que muitas vezes são invisíveis para a sociedade, são fundamentais para a preservação do meio ambiente e para manter as nossas cidades limpas.
Para se ter uma dimensão desse trabalho, desde o início deste Carnaval, somente os cooperados da Casa do Catador, no Rio, recolheram duas toneladas de latinhas de alumínio e garrafas PET para reciclagem.
No espaço, além de vender o material recolhido, os catadores podem dormir, tomar banho e se alimentar. A Casa do Catador fica na Cidade Nova, região central do Rio, e atende a 100 trabalhadores.
Desde o início deste Carnaval, os catadores do projeto recolheram duas toneladas de latinhas e garrafas PET. A iniciativa é uma parceria da prefeitura com o governo federal e o banco Caixa, que promove auxílio financeiro.
Em outras cooperativas, os catadores recebem R$ 6 por quilo do alumínio arrecadado. Já nesse projeto, o valor recebido é de R$ 8 por kg. Além disso, eles recebem um adicional de R$ 100 por dia trabalhado. Ao longo dos dez dias de Carnaval, a renda adicional pode ser de R$ 1 mil. Essas medidas promovem dignidade a uma categoria muitas vezes invisível em meio à multidão.
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